Senhoras e senhores, preparem os olhos e as palmas das mãos: a S-Game largou um vídeo de gameplay de Phantom Blade Zero com mais de 20 minutos.
Sim, vinte e dois minutos de uma sinfonia de espadadas, esquivas no último milésimo de segundo, e um combate que parece ter saído diretamente de um karaokê cyberpunk onde o DJ só toca música de filme de samurai psicótico com trauma não resolvido.
Estamos falando de um RPG de ação estiloso até o tutano, que mistura uma estética noir chinesa com o ritmo alucinante de um Sekiro de Red Bull vencido — e olha, parece que o negócio funciona.
Combate? Só se for com o pé no peito e sangue estilizado
Logo de cara, o gameplay deixa claro: isso aqui não é pra quem joga Elden Ring montado no cavalo fugindo de bicho grande. O combate é uma dança mortal, com direito a contra-ataques no tempo exato, combos que fazem você gritar “UÉPA!” e finalizações tão precisas que dariam inveja no pessoal da FromSoftware. A diferença? Aqui o estilo é mais oriental noir, com um pé no wuxia, outro na fantasia suja e um terceiro — porque esse jogo tem perna de sobra — no puro caos estilizado.
O vídeo mostra o jogador enfrentando inimigos cascudos no modo mais difícil (porque claro, se for pra apanhar, que seja com dignidade) e ainda entrega uma luta secreta contra dois chefes que parece uma versão agressiva de um karaokê de sabres onde todo mundo quer ser o protagonista.
Exploração e lore: o mundo é feio, sujo, místico… e irresistível
Entre uma briga e outra, a exploração mostra que o mapa do jogo não é só um corredor com textura bonita — tem ambientes densos, detalhados e cheios de segredos, com NPCs que claramente sabem mais do que dizem, e com um clima constante de “se você parar pra descansar, vai morrer em dois minutos”.
Tem lore sendo sussurrado pelas paredes, tem texto enigmático sendo jogado na cara do jogador, e tem aquela sensação boa de que o mundo realmente quer te matar, mas vai fazer isso de forma artística.
E por que isso é importante? Porque a China tá vindo com sangue nos olhos
A gente cresceu ouvindo que jogo bom vinha do Japão, dos EUA, da Europa. Aí apareceu a S-Game, da China, metendo o pé na porta com Phantom Blade Zero e falando: “Aí, segura minha espada que eu vou mostrar como se faz.”
Não é só o combate. É a direção de arte, a animação fluida, a maneira como tudo parece visceral sem ser gratuito. É o tipo de jogo que chega na voadora e ainda dá tempo de sorrir pra câmera antes do impacto.
E sabe o que é mais bonito? Tudo isso ainda está em desenvolvimento. Esse vídeo de 22 minutos é da demo jogável que rolou na S-Party 2025, evento próprio da empresa — um “State of Play com miojo e agressividade”.
E o lançamento?
Tá no PC e no PS5, mas a data de lançamento ainda é o equivalente a um NPC misterioso que fala por enigmas. A S-Game prometeu revelar a data ainda este ano, mas até lá, a gente vai ficar revendo esse vídeo em 0.25x de velocidade, anotando cada movimento pra quando for nossa vez de passar vergonha controlando o guerreiro torturado.
Considerações finais do tiozão RumbleTech:
Se você gosta de ação, pancadaria com propósito e aquela vibe de RPG onde todo mundo parece ter morrido por dentro, Phantom Blade Zero tá vindo forte. Não é só bonito — é estiloso, técnico e com personalidade, um prato cheio pra quem sente falta de jogos que não pedem desculpas por serem difíceis e intensos.
E antes que alguém venha com a ladainha de “mas será que roda no meu PS4?”, a resposta é não, jovem gafanhoto. Isso aqui é pra PC parrudo e PS5 que já pagou suas contas em dia. O futuro dos games de ação pode não ser 100% ocidental, e isso é maravilhoso.










